
“O goleiro trabalha no fio da navalha. Trabalha com a faca nos dentes. As mesmas bocas que te elogiam e as mesmas mãos que te aplaudem, na hora que você falhar ou tomar um gol vão te criticar e jogar pedra. Então a gente tem que estar com a cabeça preparada”. Oliveira, 28 anos, fala com a experiência de quem sabe que a vida de goleiro não é fácil. Sabe que a crítica virá se ele falhar. “O goleiro que disser que nunca falhou está mentindo, pois isso faz parte da profissão. Já tomei alguns gols de falha. No São Luiz nunca aconteceu ainda e espero que não aconteça. Eu venho trabalhando para jogar bem, para sempre estar ajudando a equipe. Sempre temos que trabalhar prevenidos, para que não aconteça nada de errado”.







