
Todos nós, na infância já tivemos um sonho, pequenos, médios e grandes sonhos. Eu por exemplo acreditava que papai Noel existia, acreditava que existia sim um pote de ouro no fim do arco-íris, e assim, por muito tempo acreditei nisso. E confesso, no papai Noel, ainda continuo acreditando.
Não interessava o que os outros falassem, todos nós na infância acreditávamos em algo, fielmente.
Em meados de 2006, quando assumimos a diretoria do São Luiz, acreditávamos que era possível equalizar um clube no fundo do poço, fazer renascer a identidade de uma cidade, e acreditando nisso, economizando cada real, chegamos aqui.
Chegando mais perto no tempo, já no final de 2009, acreditávamos que poderíamos montar um bom time, bom não só no sentido de habilidade, mas bom no sentido de homens bons, de caráter e integridade, virtudes primordiais em dias atuais.
E assim, mesmo com todas as críticas prévias, continuamos acreditando, sempre, que nem quando éramos crianças.
Uma das coisas que mais me orgulho, é que a diretoria do São Luiz é feita por homens que acreditam, acreditam categoricamente que pode dar certo, mesmo com todas as pedras e obstáculos que possam aparecer.
Eu acredito em uma baixada lotada no domingo, eu acredito no São Luiz no G-4. E se nada disso acontecer, valeu acreditar.
Roberto Shinyashiki relatou em um de seus livros: "Enquanto os perdedores se acomodam e pensam que um sonho é muito para eles, os campeões se perguntam o que precisam fazer para realizá-lo. Nunca pense que uma meta não foi feita para você, mas sim nas virtudes que precisa desenvolver para conseguir atingi-la".
E assim, que venha o Caxias, e que venham as pedras.
G-4, EU ACREDITO!
Rogério Hansen
Diretor de Marketing








